Escola de Arquitetura e Urbanismo da UFF

PROJETOS DE EXTENSÃO

EM ANDAMENTO

Vila Serra do Navio-AP: diálogos e articulações para a gestão do Patrimônio Cultural

Museu Vivo e Arquitetura Ecológica

Museu de Favela e Diálogo Transcultural Universitário

Programa Café no Escuro e tecnologias assistivas e Livros inclusivos

Plano Popular da Vila Autódromo

Organização do Acervo da Escola de Arquitetura e Urbanismo

Inovações e soluções que visem o conforto ambiental em habitações informais com o uso do concreto

Ampliando as Fronteiras da Casa da Descoberta: Conforto Ambiental aliado à Eficiência Energética

CONCLUÍDO

Da Senzala ao Quilombo em Quissamã

Construindo uma metodologia de Assistência Técnica para a promoção de Melhorias Habitacionais em Assentamentos Informais: Três estudos de caso na comunidade da Rocinha, Rio de Janeiro

Projeto de Paisagismo do Jardim Botânico da Universidade Federal de Juiz de Fora

PROJETO DE PAISAGISMO DO JARDIM BOTÂNICO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

Projeto de plano de massas e projeto executivo de jardins temáticos a serem implantados no Jardim Botânico da Universidade Federal de Juiz de Fora. Os projetos serão desenvolvidos por alunos bolsistas, sob orientação de professores responsáveis pelas disciplinas de Paisagismo do Curso de Arquitetura e Urbanismo da UFJF.

Integrantes:
Guilherme Araujo de Figueiredo – Integrante
COLCHETE Fº, Antonio Ferreira – Integrante
Klaus Chaves Alberto – Coordenador.

Financiador(es): Universidade Federal de Juiz de Fora – Auxílio financeiro.

CONSTRUINDO UMA METODOLOGIA DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA PARA A PROMOÇÃO DE MELHORIAS HABITACIONAIS EM ASSENTAMENTOS INFORMAIS: TRÊS ESTUDOS DE CASO NA COMUNIDADE DA ROCINHA, RIO DE JANEIRO

Projeto de extensão – 2015-2015

Em 24 de dezembro de 2008, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o projeto de lei Nº 11.888, que ?assegura o direito das famílias de baixa renda à assistência técnica pública e gratuita para o projeto e a construção de habitação de interesse social, como parte integrante do direito social à moradia previsto no artigo 6º da Constituição Federal?. De acordo com essa lei, “as famílias com renda mensal de até 3 (três) salários mínimos, residentes em áreas urbanas ou rurais, têm o direito à assistência técnica pública e gratuita para o projeto e a construção de habitação de interesse social para sua própria moradia”. Sendo assim, “o direito à assistência técnica (…) abrange(ria) todos os trabalhos de projeto, acompanhamento e execução da obra a cargo dos profissionais das áreas de arquitetura, urbanismo e engenharia necessários para a edificação, reforma, ampliação ou regularização fundiária da habitação”. Para o desenvolvimento deste trabalho, escolhemos a favela da Rocinha, localizada na zona sul da cidade do Rio de Janeiro, como área objeto de estudo, por considerá-la “apesar de todas as suas particularidades” representativa do quadro de produção da habitação informal na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Para uns, a Rocinha é a maior favela da América Latina. Desde 1986, é uma das regiões administrativas da cidade do Rio de Janeiro. Muitos afirmam que é uma verdadeira cidade, com vários “bairros”. São muitas as divergências quanto ao número de moradores da Rocinha. Variadas fontes apontam números que oscilam entre 45 mil e 200 mil habitantes, porém, dados do censo do IBGE de 2010 afirmam que 100.000 pessoas vivem na comunidade. A Rocinha ocupa, atualmente, uma área de, aproximadamente, 453.440 metros quadrados, na encosta dos morros limita-se na parte mais baixa com a auto-estrada Lagoa-Barra (RJ-071) e se desenvolve até os pontos mais altos, margeando a Estrada da Gávea. O terreno ocupado pela favela apresenta forma de concha e é constituído de uma parte plana que representa o núcleo central, junto à entrada do Túnel Dois Irmãos, desenvolvendo-se, em seguida, por terrenos de grande declividade até o topo do morro. Tem como vizinhos os bairros da Gávea e de São Conrado “duas áreas residenciais das elites cariocas. Essa proximidade evidencia, especialmente para o olhar do visitante estrangeiro, as disparidades da distribuição de renda em nosso país: afinal, não é necessário caminhar muito mais do que um quilômetro para ir do ‘inferno’ dos precários casebres de madeira” localizados em áreas de risco na encosta, sem água corrente e esgoto “ao ‘céu’ das sofisticadas lojas de um dos mais requintados shopping-centers do Rio de Janeiro, onde é possível encontrar os mais caros artigos de consumo. Recentemente, a comunidade foi objeto de intervenções de urbanização promovidas pelos governos estadual e federal” o chamado PAC-Favelas “, com a construção de equipamentos comunitários, obras de infraestrutura e unidades habitacionais de reassentamento. Há que acrescentar, ainda, que foi instalada, no mesmo período uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) na comunidade. Por último, deve ser destacado que as intervenções realizadas não contemplaram melhorias nas moradias existentes na comunidade. O projeto de extensão que apresentamos visa, nesse sentido, contribuir para o desenvolvimento de metodologia que viabilize um diálogo adequado entre o saber popular e o saber técnico, permitindo, desse modo, o alcance de soluções construtivas satisfatórias para a promoção da melhoria das condições de habitabilidade das moradias em assentamentos informais, tendo a comunidade da Rocinha como referência.

Integrantes:
Geronimo Emilio Almeida Leitao – Coordenador
Ronaldo Brilhante – Integrante
Honorio Pinto Pereira de Magalhães Neto – Integrante
Ana Luiza Mazalotti Teixeira – Integrante
Paula Andréa Santos da Silva – Integrante
Carolina Lopes Carvalho – Integrante

Financiador(es): Universidade Federal Fluminense – Bolsa.

DA SENZALA AO QUILOMBO EM QUISSAMÃ

(2010-2013)

Pesquisar e registrar digitalmente em DVD, publicando sob a forma de livro, as políticas públicas federais, estaduais e principalmente municipais referentes a Quissamã, R.J., tendo como foco o Complexo Cultural da Fazenda Machadinha, onde se situa a senzala preservada e hoje restaurada pela prefeitura local e onde residem os descendentes de escravos da região. A investigação enfoca dois períodos históricos distintos: o viés ?preservacionista? dos anos 1980, quando foi realizada uma pesquisa histórica, arquitetônica, sociológica e de cultura popular na Fazenda da Machadinha pelo IPHAN (Fundação Nacional de Pró-Memória e pelo Instituto Nacional do Folclore ? FUNARTE ? Minc) que procurou documentar e revitalizar os bens culturais móveis e imóveis de Quissamã; ao lado do viés de ?sustentabilidade? dos anos 2000, quando é criado o Complexo Cultural da Fazenda Machadinha pela Prefeitura/Fundação Cultural de Quissamã, com a conseqüente restauração das antigas senzalas, a criação de um Memorial e de uma Casa das Artes para apresentação de jongo e degustação de culinária típica da época dos escravos, além da exposição e venda de artesanato..

Integrantes:

Dinah Tereza Papi de Guimaraens – Coordenador
Romano Bruni – Integrante.

Financiador: Universidade Federal Fluminense – Bolsa.

AMPLIANDO AS FRONTEIRAS DA CASA DA DESCOBERTA: CONFORTO AMBIENTAL ALIADO À EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

(Desde 2004)

O projeto destina-se a elaborar e executar experimentos relacionados ao uso racional da energia para a sua exposição na Casa da Descoberta. Os experimentos são relacionados à arquitura bioclimática, energia solar térmica, energia eólica, cobertura naturada (verde) e termoheliodon.

Integrantes:
Louise Land Bittencourt Lomardo – Integrante
Ruth Bruno – Integrante
Daisy Maria Luz – Coordenador
Rosa Benevento Vilela – Integrante
Wanda da Conceição de Oliveira – Integrante
Carlos Alberto Massone – Integrante
Otton Teixeira da Silveria Filho – Integrante
Paula Brasil – Integrante.

Financiador(es): Financiadora de Estudos e Projetos – Auxílio financeiro.

ORGANIZAÇÃO DO ACERVO DA ESCOLA DE ARQUITETURA E URBANISMO

(Desde 2015)

Integrantes:
Werther Holzer – Coordenador.

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